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#DiaMundialDoMeioAmbiente

June 5, 2019

Celebra-se hoje, a 5 de Junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente. Este ano a Organização das Nações Unidas escolheu a Poluição do Ar como tema-reflexão para este dia.

A campanha #BeatAirPollution está em marcha. E tu? Vais continuar a usar máscara?

 

A qualidade dos ar que respiramos depende das escolhas de estilo de vida que fazemos no dia-a-dia. A ONU alerta que uma morte precoce ocorre a cada 5 segundos no mundo devido à poluição do ar. 90% da população global respira ar poluído. O secretário-geral da ONU alerta que o ambiente enfrenta perigos sem precedentes causados pela actividade humana, referindo que cerca de um milhão de espécies estão em risco de extinção devido à poluição do ar.

 

A poluição do ar está ao nosso redor. Dentro de casa, ao ar livre, nas cidades e no campo. Isso afecta-nos a todos, quer percebamos ou não. Por muito tempo, tomamos o ar que respiramos por garantido. Havia ar, havia cheiros, havia vento frio, havia ar quente.

Mas pesquisas recentes começaram a lançar alguma luz sobre alguns aspectos bastante preocupantes sobre a qualidade do nosso ar, e como isso afecta os nossos corpos. E quanto mais aprendemos, mais percebemos que essa fonte essencial de vida para o planeta precisa de cuidados sérios. Sem ar não pode haver vida, mas respirar ar poluído condena-nos a uma vida de doença e morte prematura.

Não há desculpas.

 

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente dá-nos 5 razões para nos preocuparmos com o meio ambiente, não apenas neste dia, mas em TODOS os dias do ano:

 

1. A Poluição do Ar é um problema de saúde

Hoje não há dúvida de que a poluição do ar é uma emergência global de saúde pública. Ameaça qualquer pessoa, desde bebés em fase de desenvolvimento no útero materno até crianças caminhando para a escola ou mulheres e homens que cozinham em fogueiras.

Na rua e no interior da casa, as fontes de poluição do ar podem ser muito diferentes, mas os seus efeitos são igualmente mortais: asma e outras doenças respiratórias e doenças cardíacas estão entre os efeitos adversos à saúde conhecidos por serem causados por ar poluído.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a cada ano cerca de 7 milhões de mortes prematuras são devidas à poluição do ar - um número impressionante de 800 pessoas a cada hora ou 13 a cada minuto. No geral, a poluição do ar é responsável por mais mortes do que muitos outros factores de risco, incluindo desnutrição, uso de álcool e inactividade física.

 

2. As Crianças são o maior grupo de risco

Globalmente, 93% de todas as crianças respiram ar que contém concentrações mais elevadas de poluentes do que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera segura para a saúde humana. Como resultado, 600.000 crianças morrem prematuramente a cada ano por causa da poluição do ar. Como se isso não bastasse, a exposição ao ar poluído também prejudica o desenvolvimento do cérebro, levando a deficiências cognitivas e motoras, enquanto ao mesmo tempo coloca as crianças em maior risco de doenças crónicas numa fase posterior da vida.

A poluição do ar do agregado familiar é particularmente prejudicial para as mulheres e crianças devido aos seus papéis tradicionalmente mais domésticos em muitas culturas. Cerca de 60% das mortes domésticas relacionadas com a poluição do ar no mundo são entre mulheres e crianças, e mais da metade de todas as mortes por pneumonia em crianças menores de cinco anos pode ser atribuída à poluição do ar em ambientes fechados.

 

3. Poluição e Pobreza andam de mão dada

A poluição do ar atinge o coração da injustiça social e da desigualdade global, afectando desproporcionalmente os pobres.

Nos lares, a poluição do ar vem principalmente de combustíveis e sistemas de aquecimento e cozedura de alta emissão. Combustíveis e tecnologias de cozedura e aquecimento limpos estão fora do alcance das famílias com poucos rendimentos. Cerca de 3 biliões de pessoas dependem da queima de combustíveis sólidos ou querosene para atender às necessidades domésticas de energia, e 3,8 milhões delas morrerão a cada ano devido à exposição a esses poluentes. A falta de consciência dos riscos associados à respiração do ar poluído também contribui para o problema, bem como o custo e as dificuldades de acesso aos cuidados de saúde.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 97% das cidades em países com baixos e médios rendimentos com mais de 100.000 habitantes não atingem os níveis mínimos de qualidade do ar. Cerca de 4 milhões dos cerca de 7 milhões de pessoas que morrem a cada ano de doenças relacionadas com a poluição do ar vivem na região da Ásia-Pacífico.

Mesmo nos países mais desenvolvidos e com altos rendimentos, 29% das cidades ficam aquém das directrizes da OMS. Mesmo nestes países, as comunidades mais pobres são geralmente as mais expostas - centrais de energia, fábricas, incineradores e estradas movimentadas geralmente estão localizadas em comunidades suburbanas pobres ou perto delas.

 

 

 

4. Combustíveis baratos - a que custo?

Quando as pessoas adoecem, toda a comunidade sofre. As pessoas doentes necessitam de cuidados médicos e medicamentos, as crianças deixam de frequentar a escola e os adultos que trabalham perdem os dias de trabalho, seja como resultado da sua saúde precária, seja para cuidar de um ente querido. Segundo o Banco Mundial, a poluição do ar custa à economia global mais de US $5 triliões por ano em despesas de bem-estar e US $225 biliões em perdas de rendimento.

Um estudo de 2016 da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico prevê que, se a situação permanecer inalterada, até 2060 os custos anuais globais relacionados com mortes prematuras por poluição do ar exterior seriam US $8-25 triliões, com os custos da dor e do sofrimento causados pela doença, estimados em cerca de US $2,2 triliões.

Existem outros custos menos directos que, no entanto, nos afectam globalmente. Espera-se que o ozono ao nível do solo reduza o rendimento das culturas básicas em 26% até 2030, criando desafios de segurança alimentar e nutrição. A poluição do ar também degrada materiais e revestimentos, diminuindo a sua vida útil e gerando custos de limpeza, reparo e substituição.

Enquanto isso, reduzindo a poluição do ar, poderíamos economizar US $54 triliões em benefícios de saúde combinados. A matemática é clara: agir agora contra a poluição do ar significa economizar US $32 triliões.

 

5. O direito ao Ar limpo é um direito humano

O direito a um ambiente saudável goza de status constitucional - a forma mais forte de protecção legal disponível - em mais de 100 países. Pelo menos 155 estados são legalmente obrigados, através de tratados, constituições e legislação, a respeitar, proteger e cumprir o direito a um meio ambiente saudável.

O direito ao ar limpo também está  contemplado na Declaração Universal dos Direitos Humanos e no Pacto Internacional sobre Direitos Económicos, Sociais e Culturais, e totalmente consagrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - o projecto global para a paz e a prosperidade.

 

 

Aqui podem descobrir mais sobre o que podemos fazer para melhorar a qualidade do ar que respiramos e tomar acção nas nossas casas, escolas, comunidades...

Cabe-nos a todos nós reflectir e proteger esse bem precioso que é o Ar. Um bem que é de todos nós, e que está doente.

Na HL Networking ajudamos particulares e empresas a melhorem a qualidade do ar interior com o nosso recente produto - Purificador de Ar ATMOSPHERE SKY™ .

 

#BeatAirPollution é uma missão global!

 

 

 

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